quarta-feira, 4 de abril de 2018

Divina Panqueca inaugura em São Paulo. Com culinária afetiva e receitas de família, restaurante do Tatuapé traz mais de 20 sabores de panquecas do tipo crepe e americana e opções sem glúten nem lactose

Divina Panqueca inaugura em São Paulo


Com culinária afetiva e receitas de família, restaurante do Tatuapé traz mais de 20 sabores de panquecas do tipo crepe e americana e opções sem glúten nem lactose

Panquecas com receita secreta de família e crocantes batatas do tipo rösti. Essas são algumas das delícias da Divina Panqueca, charmosa casa recém-inaugurada no Tatuapé, em São Paulo. Localizado na movimentada rua Apucarana, coração da zona leste da cidade, o restaurante traz mais de 20 sabores de panquecas, em versões do tipo crepe gratinadas (com molho branco, pomodoro fresco, bolonhesa), recheadas, doces e também a versão americana, em formato de discos em cascata. Há, ainda, opções vegetarianas, sem lactose, low carb(pouco carboidrato) ou sem glúten, com farinhas de linhaça, castanha e amêndoas, para quem está de olho na dieta ou tem restrições alimentares.




Uma das estrelas da casa, Strawberry Cheesecake Pancake: panqueca ao estilo americano, com recheio de cheesecake e calda de morangos. Crédito das fotos: Romulo Fialdini

Culinária afetiva, com receitas passadas de geração para geração. A marca nasce em 2016, de forma despretensiosa como uma renda extra de Rosana Souza, cozinheira de mão cheia. Ela começou a vender em sistema de delivery os pratos preparados em uma pequena cozinha industrial. Com o sucesso imediato de vendas na zona leste de São Paulo, a cozinha e a equipe cresceram para atender a tamanha demanda. Recuperando essas memórias de infância, o empresário Raphael Lolis decidiu se juntar à mãe inaugurando o restaurante Divina Panqueca no Tatuapé, numa acolhedora casa de esquina com mesinhas na calçada. A loja concentra as operações de delivery e restaurante. No décor, muita madeira, sofás de couro e lustres de cobre criam a atmosfera de bistrô. A esposa de Raphael, Elle Griffin, deu um toque de modernidade ao menu de família. Americana, da cidade de Boulder no Estado de Colorado, Elle trouxe versões como a Cheesecake Pancake, panqueca em formato de discos empilhados em cascata. Visualmente irresistível. "A ideia é unir qualidade, modernidade e bons preços, sem abrir mão do cuidado artesanal e dos ingredientes frescos. Aquele gostinho reconfortante de comida caseira, que remete à minha infância nos almoços de família", explica Raphael Lolis, sócio da Divina Panqueca.

A marca registrada da casa são as fartas panquecas salgadas de 500 gramas, uma refeição completa. A massa enrolada é mais substanciosa que o fino crepe tradicional, lembra a densidade do canelone italiano. O molho é produzido diariamente com tomate fresco natural, sem qualquer tipo de conservante. Dentre os destaques estão a versão de Carne (R$ 19,90), Frango com Catupiry (R$ 21,90), Brócolis, Mozarela e Bacon (R$ 27,90), Pernil (R$ 24,90) e até a Mexicana (feita com chilli, pimenta dedo-de-moça, coentro e pimentões amarelos, vermelhos e verdes, R$ 24,90).




Panqueca de farinha de castanhas, com recheio de espinafre com ricota: glúten free e low carb, para quem está de olho na dieta ou tem restrições alimentares.            

A casa aposta ainda nas batatas do tipo rösti, recheadas e crocantes e douradas por fora. De origem suíça, esse tipo de batata é pré-cozida e, posteriormente, ralada em grossas fatias, antes de ser finalizada no forno com fios de azeite e assada até ficar com uma crosta dourada. "Rösti" significa "crocante e dourado". Na Divina Panqueca, a batata pode vir com 14 diferentes tipos de recheio (queijo, palmito, camarão, brócolis, filé mignon etc.). Para finalizar, há sobremesas como panquecas de Nutella com Morango, Doce de Leite com Banana e a Strawberry Cheesecake Pancake (recheio de cheesecake e calda de morangos). Opção ideal para agradar a toda a família, dos pequenos aos adultos, com menu do almoço ao jantar, com direito a uma pausa para um café com panqueca à tarde, numa charmosa mesinha na calçada.


Serviço:
Divina Panqueca
Endereço: Rua Apucarana, 1165 - Tatuapé
São Paulo - SP, CEP 03311-002
Tel. 11 2838-0261
Instagram: @divina_panqueca
Facebook: /divinapanquecasp

terça-feira, 20 de março de 2018

Restaurante Baião traz o melhor do Nordeste para São Paulo!



O Baião –  Cozinha Nordestina traz o melhor da cozinha do Nordeste para São Paulo.  Nas noites de sexta e sábado e no almoço de sábados, domingos e feriados, há música ao vivo, para ouvir e dançar, em um salão anexo ao principal, onde há um charmoso palco em forma de sanfona.


“Eu vou contar pra você como se come bem no Baião e, se não quiser ler todo o release, nas fotos preste atenção...” 
Tudo bem, tudo bem, o verso (cordel?) que abre esse texto não é tão bom assim, mas a casa que apresentamos é:  Baião – Cozinha Nordestina! O novo restaurante fica à rua Traipu 91, tels: 4306-2078 e 4306-2082, em um ponto que já recebeu restaurantes como a “Pizza na Roça” e a “A Toca”.



A casa encanta os clientes logo ao primeiro contato.  Na entrada, há um enorme boneco de cangaceiro. Logo após uma aconchegante sala de espera e um “quiosque”, onde uma “baiana legítima” faz o acarajé todos os dias, no almoço e no jantar, com exceção das noites de segunda-feira. Logo depois fica o salão principal, com capacidade para 120 pessoas e simpáticos garçons em trajes típicos do Nordeste. Um bar feito com pau a pique e telhas separa o salão principal de uma pista de dança, onde há um palco em forma de sanfona.



Da pista, é possível observar uma organizada cozinha-show. Há também algumas poucas mesinhas do lado de fora, na lateral da casa, e um jardim à frente, do lado direito da entrada, que representa o sonho do nordestino de que um dia exista água e verde em abundância nos nove estados da região. Embaixo, descendo uma bela e colorida escadaria que remete às ruas de Pipa, no Rio Grande do Norte, há outro salão (70 lugares), com cozinha independente, que por enquanto é utilizado para festas e eventos, e em datas especiais, como o Dia das Mães.



O proprietário da casa, José Lourenço dos Santos Júnior, 40 anos, o “Júnior”, é sócio, ao lado do pai (José Lourenço dos Santos, o “Seu Lourenço”), da tradicional pizzaria Paulino, nos endereços das ruas João Ramalho (Perdizes) e João Moura (Pinheiros).  Filho de alagoanos e apaixonado por comida regional, frequentou desde cedo os restaurantes nordestinos da Cidade e sempre teve, segundo conta, “o sonho de montar um restaurante com a comida do Nordeste em São Paulo”.



Antes de abrir o Baião viajou três vezes ao Nordeste para “comer em restaurantes famosos, como o Camarões, em Natal; Parraxaxá, no Recife, e Bodega do Sertão, em Maceió; mas também em pequenos estabelecimentos encontrados à beira do caminho, em cidadezinhas e à beira da praia”. Nas viagens adquiriu também, principalmente em Caruaru, em Pernambuco; e Trancoso, na Bahia, quase toda a decoração da casa, como o porta-guardanapos, que é um lindo carrinho de boi, as luminárias, os jogos americanos (ops!,nordestinos!) e as centenas de bonequinhos com personagens da região.  Destaque também para os nove cordéis que fazem referência a todos os estados da região:  Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, e para as fotografias de nordestinos famosos homenageados nas paredes do restaurante. 
Um dos grandes destaques da casa é o já citado palco em forma de sanfona, homenagem ao seu pai e sócio na pizzaria. “Como ele é sanfoneiro e a música, além da gastronomia, sempre foram meus maiores elos com o Nordeste, esse palco foi uma forma de referência, respeito e agradecimento”, diz Júnior.



A casa abre de segundas às quartas-feiras, das 11h30 à meia-noite; às quintas, sextas e sábados, das 11h30 às 3h; e aos domingos e feriados das 11h30 às 18h. Ou seja: continua atendendo e servindo o almoço até às 18h. “Queremos ser uma boa alternativa para os paulistanos e turistas que não têm horários definidos para comer na Cidade”, afirma Júnior.  A música ao vivo acontece nas noites de sextas e sábados, das 21h às 3h, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.  “A música é de qualidade, sempre nordestina, Forró Pé de Serra tocado em um salão separado e no tom adequado, para não atrapalhar quem está no salão principal e quer simplesmente conversar”, diz o proprietário do estabelecimento. Quando não estão os músicos, o som ambiente traz canções do Nordeste de qualidade, também no tom certo, de autores como Luiz Gonzaga, Alceu Valença e Dominguinhos. 



Entre as opções do cardápio, destaque para o Acarajé (feito com massa de feijão, acompanhado de camarão, vatapá, caruru e vinagrete – R$ 16,50); a porção de mini acarajés (seis unidades com camarão, vatapá, caruru e vinagrete – R$ 42,50), os bolinhos (oito  unidades – como de macaxeira com carne de sol, por R$ 24,50; e de camarão; por R$ 28,50; e Maria Bonita e Lampião, com massa à base de macaxeira e recheio com queijo coalho, rapadura e pimenta biquinho, por R$ 24,50); Tapioca de carne seca com nata (R$ 13,50 individual); porções, como Carne de panela com farofa e pimenta biquinho, por R$ 32,00), Chips (de macaxeira, de batata doce ou de batata - R$ 13,50); Enrolado de linguiça (com banana da terra, crocante e molho da casa – R$ 27,00), Linguiça na Cachaça (com cebola roxa, tomate cereja, pimenta biquinho, azeitonas verdes, salsa e cebolinha – R$ 34,00), Sarapatel (R$ 30,00), Combinado do Agreste (carne de sol acebolada, linguiça apimentada, macaxeira frita e queijo coalho empanado e flambado na cachaça – R$ 71,00 – serve de três a quatro pessoas), Ostras (R$ 28,00, seis unidades), Lula a Dorê (R$ 37,00) e Casquinha de Siri (R$ 18,00); Caldinhos, como de Mocotó (R$ 17,50), Sururu (R$ 20,50) e Feijão (R$ 14,00); Salada de Frutos do Mar (com cenoura, batatas, tomate, palmito, ervilhas, cebola e frutos do mar – R$ 55,00 para duas pessoas), Salada de Abóbora Assada com Ervas (mix de folhas, queijo coalho grelhado e castanhas do Pará – R$ 31,50 – serve duas pessoas), Cuscuz (carne de sol com queijo coalho, R$ 24,90; carne de sol com banana da terra, R$ 24,90; camarão, com molho de coco, R$ 26,80; vatapá, com camarão e vinagrete, R$ 25,80; e carne seca na nata, R$ 24,90); Galinha Caipira (acompanham arroz branco, pirão, mandioca, jerimum e batata doce – R$ 58,00 e R$ 32,00), Carne de sol com queijo coalho (acompanham arroz branco, feijão fradinho e farofa paçoca – R$ 90,00 e R$ 58,00 individual), Baião de Dois com carne de sol e queijo coalho (com macaxeira, jerimum e batata doce – R$ 79,00 para duas pessoas e R$ 48,00 individual; com filé mignon o valor é de R$ 95,00 e R$ 61,50),  Rabada (com polenta com agrião e arroz branco – R$ 50,00 para duas pessoas e R$ 32,00 individual), Dobradinha (com arroz branco, farofa e salada verde - R$ 47,00 para duas e R$ 30,00 individual), Buchada (com pirão e arroz– R$ 85,00 para duas pessoas e R$ 53,00 individual); Arrumadinho (feijão de corda, vinagrete, farofa e carne de sol – R$ 69,50 para duas pessoas e R$ 47,50 individual), Moqueca de Camarão e Peixe (acompanham arroz branco, pirão de peixe e farofa de dendê – R$ 150,00 para duas pessoas e R$ 91,00 individual), Bobó de Camarão (acompanham arroz branco, pirão de peixe e farofa de dendê – R$ 165,00 para duas pessoas e R$ 97,50 individual), Camarão no Coco (com arroz de manga e salada verde – R$ 160,00), Ensopado de Bode (acompanham arroz branco, legumes e farofa de dendê – R$ 85,00 para duas pessoas e R$ 40,0 individual); Bode na brasa (com arroz, farofa e feijão fradinho – R$ 90,00, para duas pessoas), Pintado enrolado na folha de bananeira na brasa (com farofa de banana, arroz branco e vinagrete – R$ 98,00 para duas pessoas) e o Peixe assado inteiro (com macaxeira cozida, arroz, feijão fradinho e vinagrete – R$ 130,00 para duas pessoas). Os pratos são muito bem servidos, sob o comando do chef maranhense Joílson Andrade.  



De segunda a sexta no almoço há opções de pratos executivos, diferentes a cada semana (com valores que variam entre R$ 25,90 e R$ 49,90. Com sobremesa (Quindim, Bolinho de chuva com doce de leite de rapadura e pera ao vinho, há um acréscimo de R$ 3,00), além dos pratos normais da casa. O cardápio executivo muda todos os meses.

Entre as bebidas, um muito bem tirado chope Brahma claro (R$ 7,70) e Black (R$ 9,50) em lindas canecas com o logo da casa (repare na original chopeira, que lembra a saia de uma baiana).  Muitas pessoas também pedem cervejas, que chegam em cumbucas com gelo. A boa Carta de Vinhos e Espumantes traz interessantes sugestões de harmonização com os pratos, petiscos e sobremesas. E todos os vinhos são produzidos no Nordeste do País, na região do Vale do Rio São Francisco. Há boas opções de drinques, como a Dedo de Prosa (cachaça envelhecida, limão, limão siciliano e rapadura – R$ 21,80); Cabra da Peste (frutas verdes - R$ 21,80), Sem Vergonha (frutas vermelhas – R$ 21,80) e Arretada (tangerina, maracujá, pimenta dedo-de-moça e cachaça – R$ 21,80).  Destaque ainda para a Carta de Cachaças, com um bom número de sugestões produzidas no Nordeste, como a Rainha Paraibana, (R$ 8,00) da cidade de Bananeiras (na Paraíba, claro), a também paraibana Serra Limpa, de Duas Estradas (R$ 11,50) e a Gogó da Ema, de São Sebastião, Alagoas (R$ 12,80).  Há mais cachaças da Paraíba e de outros estados do Nordeste, como a Kariri Ouro (Barbalha, Ceará, R$ 7,00), Serra das Almas (Rio das Contas, Bahia, R$ 8,50), Mucuri Prata (Aracaju, Sergipe, R$ 3,50) e Carvalheira Ouro (Recife, Pernambuco, R$ 10,60), além de cachaças de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina.


            Entre as sobremesas, Mil Folhas de Tapioca (com doce de leite de rapadura e sorvete de cupuaçu ou do sabor que o cliente escolher, com telhado de banana doce – R$ 18,00);  Pudim de Tapioca (R$ 14,00), Torta de queijo coalho com calda de goiabada, R$ 13,50; Cocada branca cremosa (12,50), Banana Real (com massa de pastel, com banana da terra, salpicada com açúcar e canela – R$ 18,00); Ciranda do Baião (petit gateau, pudim de tapioca, churros com doce de leite de rapadura, ganache de chocolate e sorvete de cupuaçu (ou do sabor que o cliente preferir – R$ 42,00 – serve de duas a três pessoas); e sorvete (tapioca, paçoca, abóbora com coco e chocolate – R$ 8,50 uma bola e R$ 15,00 duas bolas). Também chama a atenção o charmoso cafezinho coado na própria mesa, acompanhado por pedacinhos de rapadura (R$ 5,50, individual).


Curiosidades



*Quando o restaurante foi aberto, o cardápio trazia a Buchada para ser feita apenas “por encomenda”. Mas passou a ser pedida diariamente e se tornou um prato regular. “É pedido pelos nordestinos, mas também por muitos paulistas”, conta Júnior, sócio do restaurante.

*Não é uma cena comum. Mas também não é rara. Muitos nordestinos já choraram ao entrar na casa e ver que estavam em um pedaço do Nordeste em São Paulo.

*O palco sanfona se tornou uma das atrações da casa. É um dos pontos mais fotografados. Como está no release, foi concebido como uma homenagem do proprietário da casa, José Lourenço dos Santos Júnior, 40 anos, o “Júnior”, ao pai, que é sanfoneiro.

*A expectativa de Júnior era de que as moquecas fossem os pratos mais pedidos do restaurante, mas foram superadas pelo Baião de Dois. “Coloquei o nome pensando no ritmo musical, já que temos o palco e a dança, mas acho que isso também ajudou o Baião de dois a se tornar o prato que mais sai na casa”, conta.

*Antes de abrir o Baião. Júnior viajou três vezes ao Nordeste para “comer em restaurantes famosos, como o Camarões, em Natal; Parraxaxá, no Recife, e Bodega do Sertão, em Maceió; mas também em pequenos estabelecimentos encontrados à beira do caminho, em cidadezinhas e à beira da praia”. Nas viagens adquiriu também, principalmente em Caruaru, em Pernambuco; e Trancoso, na Bahia, quase toda a decoração da casa, como o porta-guardanapos, que é um lindo carrinho de boi, as luminárias, os jogos americanos (ops!,nordestinos!) e as centenas de bonequinhos com personagens da região. 

*A chopeira lembra a saia de uma baiana. O chope é Brahma. 

*Para chegar no salão de baixo, o cliente passa por uma bela e colorida escadaria que remete às ruas de Pipa, no Rio Grande do Norte.

*Júnior é sócio, ao lado do pai (José Lourenço dos Santos, o “Seu Lourenço”), da tradicional pizzaria Paulino, nos endereços das ruas João Ramalho (Perdizes) e João Moura (Pinheiros). A Paulino tem 72 anos de história. Seu Lourenço é proprietário da Paulino na Chácara Santo Antonio e sócio de outro filho, Rinaldo Lourenço dos Santos, na casa do Campo Belo.

 *Todos os dias a casa serve o almoço até as 18h. “Queremos ser uma boa alternativa para os paulistanos e turistas que não têm horários definidos para comer na Cidade”, afirma Júnior.


Baião – Cozinha Nordestina - Rua Traipu, 91 – Pacaembu – São Paulo - www.baiaocozinhanordestina.com.br – Tels: 11 - 4306-2078 e 4306-2082 -  Abertura da casa: 22 de outubro de 2015. Inauguração da casa: 11 de fevereiro de 2016.; Horários: de segunda às quartas-feiras, das 11h30 à meia-noite; às quintas, sextas e sábados das 11h30 às 3h; e aos domingos e feriados das 11h30 às 18h. Música ao vivo, de quintas a sábados, das 21h às 3h, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.  O couvert artístico à noite é de R$ 10,00 às sextas e R$ 15,00 aos sábados e de R$ 5,00 nos almoços de sábados, domingos e feriados.  Delivery: sim (com taxa de R$ 4,00 a R$ 7,00), das 11h30 à meia-noite, todos os dias, para os bairros do Pacaembu, Perdizes, Pompéia, Sumaré, Santa Cecília, Higienópolis e Água Branca, Cc: Aceita todos menos o Amex; Tickets: VR, Ticket Restaurante e Sodexo. Cheques: não.  Água de Coco: R$ 7,10. Água Mineral: R$ 5,30.  Chope Brahma:  claro, por R$ 7,70 (300ml) e Black, por R$ 9,50 (300 ml). Área para fumantes: sim (tanto em cima quanto no salão de baixo). Estacionamento com manobrista: de segunda a sexta é gratuito no almoço. Em todas as noites e aos sábados, domingos e feriados é R$ 15,00. Café:R$ 5,50 (individual, coado na própria mesa). Tem pratos executivos no almoço de segunda a sexta-feira.Acesso para deficientes: sim; Banheiro adaptado para deficientes: sim. Ar-condicionado: sim (em todos os salões). Área de fumantes: sim (externa). 

terça-feira, 6 de março de 2018

Eduardo Kobra visita o ‘novo’ restaurante espanhol Fuentes, em São Paulo



O conhecido muralista Eduardo Kobra visitou o “novo” restaurante Fuentes, em novas instalações, ao lado de sua esposa, Andressa Munin. Com 64 anos de história, a tradicional casa paulistana, de gastronomia espanhola,  está agora nos Jardins, à rua Dr. Melo Alves, 82. (O endereço do Centro, à rua do Seminário, 149, fechará as portas ainda neste mês de março.) Kobra e Andressa foram recebidos pelos sócios da casa, Alba Lopes e Severino Fernandez.
Simpático, Kobra fez várias perguntas sobre a história do restaurante e também contou sobre a viagem que fará este mês para Austin, nos Estados Unidos, para participar do South By Southwest (SXSW); e sobre a viagem que fez no ano passado para Murcia, na Espanha, quando pintou um impressionante mural sobre o pintor catalão Salvador Dalí (“Dalí”, de 20X15 metros, na fachada no Centro Municipal Puertas de Castilla). Atualmente, o Fuentes é comandado pela terceira geração da família do senhor Severino Fernandez Fuentes, que deixou a Espanha na década de 50, fugindo da ditadura Franquista.
Também estavam presentes a irmã e o cunhado de Kobra, Silvinha Léo, e Adriano Lopes.







Fotos referências: Andressa Munin e Eduardo Kobra.jpg  Eduardo Kobra - ao centro - com Alba Lopes e Severino Fernandez; Eduardo Kobra - ao centro - com Alba Lopes e Severino Fernandez ; Fachada do Fuentes.; Kobra com Alba Lopes e Severino Fernandez.; Kobra, acima na escada, e da esquerda para a dir, Severino Fernandez, Alba Lopes e Andressa Munin ; Kobra, acima na escada, e da esquerda para a dir, Severino Fernandez, Alba Lopes e Andressa Munin  Kobra, acima na escada, e da esquerda para a dir, Severino Fernandez, Alba Lopes e Andressa Munin ; Kobra, acima na escada, e da esquerda para a dir, Severino Fernandez, Alba Lopes e Andressa Munin (4).jpg  Kobra, acima na escada, e da esquerda para a dir, Severino Fernandez, Alba Lopes e Andressa Munin (5).jpg Eduardo Kobra visita o novo restaurante Fuentes. O_muralista_Eduardo_Kobra_-_acima_na_escada_-_com,_da_esq_à_dir_Adriano_Lopes,_Silvinha_Léo_e_Andressa_Munin.jpg 



segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Padaria Basilicata recebe reconhecimento internacional. Centenária padaria do Bixiga (SP) agora presente na Biblioteca de Massa Madre da Bélgica




O ano começou com ótimas notícias para a família Laurenti-Lorenti, fundadores da tradicional padaria Basilicata! O estabelecimento recebeu um convite honroso da Puratos, multinacional do setor de panificação e pâtisserie, criadora da Biblioteca de Massa Madre, localizada na Bélgica: fazer parte do hall das principais padarias mundiais, enviando o fermento natural de suas massas para exposição na vitrine número 96 do centro de pesquisa científica, que se compromete em manter sempre vivo os fermentos lá guardados.

É motivo de orgulho para a Basilicata representar o Brasil e eternizar seu nome nessa organização de referência internacional. Na ocasião da conclusão do processo de conservação da massa madre, conforme prescrição e envio da matéria-prima por parte da equipe de produção da padaria, a família Basilicata recebeu em fevereiro, a posse de um Certificado e de uma simbólica “chave” da vitrine onde será guardado o precioso material, através das mãos dos representantes da Puratos no Brasil. Confira as fotos!

Sobre a Basilicata – Pão, Empório e Restaurante
Tradicional endereço na Rua Treze de Maio, no Bixiga, em São Paulo, a centenária padaria Basilicata - que possui um público cativo e produz mais de 5 mil pães por dia - é comandada atualmente pela quarta geração da família Laurenti-Lorenti. Em março de 2017, expandiu os negócios, ampliando o espaço da padaria e do empório, além de inaugurar o moderno restaurante Basilicata, que oferece o melhor da “cucina povera” do sul da Itália no Brasil.

Sobre a Puratos
A Puratos é um grupo global com vasta experiência e gama completa de produtos inovadores nos setores de panificação, confeitaria e chocolate. Cria novas oportunidades a partir de tecnologia de ponta e do conhecimento e experiência das culturas alimentares de cada lugar do mundo. A Puratos tem subsidiárias locais em 63 países e suas operações são gerenciadas a partir da sede em Groot-Bijgaarden, na Bélgica. Em 2013, a companhia lançou a Biblioteca de Massas Madre, localizada em Saint-Vith (Bélgica). A Biblioteca reúne mais de 100 tipos de massas madres de todo mundo e quatro delas são do Brasil. O acervo tem o intuito de preservar toda herança e biodiversidade das fermentações naturais para as próximas gerações, criando uma verdadeira fonte de patrimônio.

Foto01 – Nicola Lorenti (Padaria Basilicata) e Johannes Ross (Puratos) – Divulgação
Foto02 – Fabiana Vasconcellos (Puratos), Nicola Lorenti (Padaria Basilicata) e Johannes Ross (Puratos)- Divulgação
Foto03 – Fabiana Vasconcellos (Puratos), Nicola Lorenti (Padaria Basilicata), Johannes Ross (Puratos) e Vittorio Lorenti (Padaria Basilicata) – Divulgação
Foto04 - Johannes Roos (Puratos, Nicola e Vittorio Lorenti (Basilicata), Fabiana Vasconcellos (Puratos) – Crédito: Danilo Koshimizu – Valentin Studio